Chapter One – “Timing is everything” (rFactor 2)

 

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That’s the key. You may have the experience of a monk and the speed of the Road Runner, but in a very tight 16-round championship, where one mistake throws you from first to last position in a single lap and where in the time sheets has a difference of 1 second from pole to 14th, nothing speaks louder and nothing brings you more results than your choices in the crucial moments of the race.

It is something that requires a lot of planning since the beginning of the race. Depending on your track position, it is always good take advantage of the opportunities that may appear. It’s the idea of figuring out how you’re going to be in lap 30 or 40. After all, the circumstances of the grand prix will change and every new event, no matter how trivial it may be, is a good opportunity to reach positions and/or define your final position.

A classic example is the infamous “undercut”, where the tyre strategy is used to gain positions by combining your work in the pits with the handling of your tyres. This tactic can be used both aggressively, aiming to gain positions ahead, and defensively, to avoid backmarkers ahead or take advantage of clean air after pitting. Another example would be to risk an overtaking attempt when you have a clear opportunity, without losing time and not wasting the chance. Still, something that is more valuable than occasional maneuvers like those is a well-defined racing plan. Good use of the engine power, good choice of compounds and, of course, controlling your own speed are advantages to be observed, understood and used.

However, it takes a lot of guts and precision to make such a decision because it can have a completely opposite effect in your race. A poorly planned and poorly executed undercut attempt, for example, can cost you tyre life and totally compromise your racing strategy, possibly even forcing you to an extra pit stop. An improperly calculated overtaking can give you damages in the car, lost time and penaltie in post-race results. Changing your fuel blending strategy in an exaggerated way can force you to handle the lack of power in the final moments of the race.

It’s not easy. It’s always a double-edged sword. Good use will determine if the blood in it will be yours or your rival’s

Those are the top 5 things FSR taught me throughout 2016 and I hope it can be used as help or motivation to anyone who’s interested in simracing nowadays. Thanks for reading it, guys.

Text and Photo: Felipe Giro

 

 

Versão Portuguesa

Capítulo Um – “Timing Is Everything” (rFactor 2)

 

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Essa é a chave. Você pode ter a experiência de um monge e a velocidade de um papa-léguas, mas em um campeonato de 16 etapas, super parelho, que um erro te joga da primeira à ultima posição em uma volta e que na tabelas de tempo tem uma diferença apertadíssima de 1 segundo do líder ao 14º, nada fala mais alto e nada te traz mais resultados do que as suas escolhas nos momentos cruciais da prova.

É algo que demanda bastante planejamento desde o início da prova. Dependendo de sua posição de pista, é sempre bom observar as oportunidades que podem aparecer. É a ideia de imaginar como você vai estar daqui a 30-40 voltas. Afinal de contas, as circunstâncias da prova se alterarão e cada novo acontecimento, por mais boçal que seja, é uma boa oportunidade para se galgar posições e/ou definir sua posição final de chegada.

Um exemplo clássico é o famoso “undercut”, onde-se utiliza a estratégia de pneus para ganhar posições com a combinação de trabalho nos boxes com o manejo de equipamentos. Esta tática pode ser utilizada tanto agressivamente, com o intuito de ganhar posições à frente, quanto defensivamente, para evitar retardatários à frente ou aproveitar pista livre depois da parada. Outro exemplo seria arriscar uma tentativa de ultrapassagem quando se tem uma oportunidade clara, sem perder tempo e sem desperdiçá-la. Ainda assim, algo que é mais valioso do que pequenas manobras eventuais é um plano de corrida bem definido. O bom uso da potência do motor, a boa escolha dos compostos e, é claro, o controle da própria velocidade, são vantagens a serem observadas, entendidas e utilizadas.

Contudo, precisa-se de muita coragem e precisão para executar tal decisão, pois a mesma pode ter um efeito completamente contrário em sua prova. Uma tentativa de undercut mal planejada e mal executada, por exemplo, pode lhe custar a vida útil de seus compostos e comprometer totalmente a sua estratégia de corrida, possivelmente até mesmo o forçando a um pit-stop extra. Uma ultrapassagem mal calculada pode lhe render danos no carro, tempo perdido e alteração de resultados pós-corrida. Alterar a estratégia de mistura de combustível de maneira exagerada pode-lhe forçar a manejar a falta de potência nos momentos finais da prova.

Não é fácil. É sempre uma faca de dois gumes. O bom uso definirá se o sangue nela será o seu ou o do seu rival.

Obrigado por ter acompanhado esta série até aqui. Se você gostou dessas dicas, deixe uma curtida na página para continuar acompanhando os assuntos do AV. Até a próxima

Texto e Foto: Felipe Giro

 

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